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Perda auditiva e demência: qual é a relação e o que a ciência já descobriu?

A perda auditiva pode aumentar o risco de demência? Usar aparelho auditivo ajuda a proteger o cérebro? Quem tem dificuldade para ouvir pode apresentar maior risco de declínio cognitivo?

Essas perguntas ganharam ainda mais atenção após o Globo Repórter de 14 de agosto de 2026, que dedicou uma edição à saúde auditiva e apresentou pesquisas que investigam a relação entre perda auditiva e declínio cognitivo.

A reportagem da Globo destacou um estudo conduzido pela professora Alessandra Samelli, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa acompanha mais de 800 participantes submetidos a exames auditivos e testes cognitivos ao longo dos anos. Segundo a pesquisadora apresentada na reportagem, as pessoas com perda auditiva apresentaram um declínio cognitivo mais rápido.

O resultado chama atenção porque mostra que cuidar da audição não significa apenas melhorar a capacidade de ouvir. A saúde auditiva pode estar relacionada à comunicação, à interação social, à qualidade de vida e também à saúde cerebral.

Mas é importante fazer uma distinção:

Perda auditiva não significa que uma pessoa terá demência.

O que as pesquisas mostram é uma associação entre os problemas e um possível aumento do risco de declínio cognitivo, especialmente quando a perda auditiva permanece sem tratamento.

O que é declínio cognitivo?

Declínio cognitivo é a redução progressiva de determinadas capacidades mentais, como:

  • memória;
  • atenção;
  • concentração;
  • linguagem;
  • raciocínio;
  • velocidade de processamento;
  • capacidade de resolver problemas.

Algumas mudanças cognitivas podem ocorrer naturalmente com o envelhecimento. Porém, quando alterações de memória ou outras funções passam a interferir significativamente na rotina, é importante procurar avaliação profissional.

A demência, por sua vez, é uma síndrome caracterizada pelo comprometimento de funções cognitivas em intensidade suficiente para afetar a autonomia e as atividades do dia a dia.

Existem diferentes tipos de demência, sendo a doença de Alzheimer uma das formas mais conhecidas.

Qual é a relação entre perda auditiva e demência?

A relação entre perda auditiva e declínio cognitivo vem sendo investigada há anos.

A Organização Mundial da Saúde reconhece que a perda auditiva não tratada pode afetar a cognição, favorecer isolamento social e solidão e estar associada a maior risco de demência e declínio cognitivo acelerado.

Um dos estudos brasileiros mais importantes sobre o tema é o ELSA-Brasil, estudo longitudinal que acompanha adultos brasileiros ao longo do tempo.

Uma pesquisa publicada em 2025 analisou 805 participantes, com idade média de 51 anos no início do acompanhamento. Os pesquisadores avaliaram a audição por meio de audiometria e acompanharam diferentes aspectos da função cognitiva durante aproximadamente oito anos.

O resultado foi significativo: a presença de perda auditiva esteve associada a uma taxa mais rápida de declínio cognitivo global, mesmo depois de ajustes para fatores sociodemográficos, de estilo de vida e clínicos.

Esse é justamente um dos estudos destacados pelo Globo Repórter de 14 de agosto de 2026.

O que o Globo Repórter mostrou sobre perda auditiva e cognição?

A edição do Globo Repórter exibida em 14 de agosto de 2026, apresentada e reportada por Sandra Annenberg, teve como tema central a saúde auditiva.

Segundo a reportagem publicada pela Rede Globo, o programa abordou:

  • a relação entre perda auditiva e declínio cognitivo;
  • os riscos da exposição excessiva a ruídos;
  • o uso de fones de ouvido em volume elevado;
  • pesquisas da USP;
  • a relação entre audição e equilíbrio;
  • avaliação auditiva;
  • saúde auditiva na infância;
  • acessibilidade;
  • inclusão e representatividade de pessoas surdas.

Um dos destaques foi a pesquisa liderada pela professora Alessandra Samelli, que acompanha 805 participantes com exames auditivos e testes cognitivos realizados ao longo do tempo.

A reportagem apresentou a seguinte conclusão da pesquisadora:

“As pessoas com perda auditiva tiveram um declínio cognitivo mais rápido.”

Esse achado é especialmente relevante porque o estudo não dependeu apenas da percepção dos participantes sobre sua própria audição. A pesquisa utilizou audiometria, um exame objetivo para avaliar a capacidade auditiva.

Leia a reportagem completa

A reportagem oficial pode ser consultada no portal da Rede Globo:

Saúde auditiva é tema do Globo Repórter de 14 de agosto de 2026

Por que a perda auditiva pode estar relacionada ao declínio cognitivo?

Os cientistas ainda estudam os mecanismos exatos que explicam essa associação.

Existem, porém, algumas hipóteses importantes.

1. O cérebro pode precisar fazer mais esforço para compreender a fala

Uma pessoa com perda auditiva pode continuar ouvindo sons, mas ter dificuldade para compreender claramente as palavras.

Isso fica ainda mais evidente em ambientes ruidosos, como:

  • restaurantes;
  • festas;
  • reuniões familiares;
  • salas de aula;
  • ambientes de trabalho;
  • locais com várias pessoas conversando ao mesmo tempo.

Nessas situações, o cérebro precisa trabalhar mais para interpretar aquilo que está sendo ouvido.

A pessoa pode terminar uma conversa sentindo-se mentalmente cansada simplesmente porque precisou fazer um esforço maior para compreender o que foi dito.

2. A perda auditiva pode favorecer o isolamento social

Existe também uma dimensão social.

Quando conversar se torna difícil, algumas pessoas passam a evitar situações que antes eram prazerosas.

Podem deixar de frequentar:

  • encontros familiares;
  • restaurantes;
  • festas;
  • reuniões;
  • eventos;
  • atividades em grupo.

A dificuldade para ouvir pode fazer com que a pessoa se sinta excluída da conversa.

Com o tempo, isso pode favorecer isolamento social e solidão — fatores que também estão relacionados à saúde cognitiva.

A própria Organização Mundial da Saúde inclui isolamento social e solidão entre os impactos da perda auditiva não tratada.

3. A perda auditiva pode reduzir a estimulação auditiva

Outra hipótese estudada é a chamada privação sensorial.

Quando o cérebro recebe menos informações auditivas ou recebe sons de maneira menos clara, podem ocorrer mudanças na forma como determinadas redes cerebrais são utilizadas.

Ainda não sabemos exatamente quanto esse mecanismo contribui para o declínio cognitivo.

Por isso, os pesquisadores continuam investigando a relação entre audição, cérebro e envelhecimento.

4. Perda auditiva e outros fatores de risco podem estar relacionados

A perda auditiva também pode coexistir com outros fatores que influenciam a saúde cerebral.

Entre eles estão:

  • envelhecimento;
  • doenças cardiovasculares;
  • diabetes;
  • exposição prolongada ao ruído;
  • determinados medicamentos ototóxicos;
  • hábitos de vida;
  • fatores genéticos.

A prevenção, portanto, precisa ser vista de maneira ampla.

A perda auditiva na meia-idade merece atenção especial

Um dos pontos mais interessantes das pesquisas brasileiras é que a relação entre audição e cognição não deve ser observada somente em pessoas muito idosas.

Dados apresentados pela USP indicam que a meia-idade, aproximadamente entre 40 e 65 anos, pode representar uma janela importante para a prevenção.

Isso muda uma percepção comum:

Cuidar da audição não é uma preocupação apenas para quem já chegou à terceira idade.

A prevenção pode começar muito antes.

Exposição frequente a ruídos, uso de fones de ouvido em volume elevado e ausência de acompanhamento auditivo são fatores que merecem atenção ao longo da vida.

Usar aparelho auditivo pode prevenir demência?

Essa é uma das perguntas mais pesquisadas atualmente — e também uma das que precisam de uma resposta cuidadosa.

Ainda não é possível afirmar que o aparelho auditivo previna demência.

Existe evidência de que o tratamento da perda auditiva pode trazer benefícios importantes e há estudos sugerindo possíveis efeitos positivos sobre a trajetória cognitiva em determinados grupos.

Um dos trabalhos mais conhecidos é o estudo ACHIEVE, publicado na revista The Lancet.

O ensaio clínico avaliou adultos mais velhos com perda auditiva e comparou uma intervenção auditiva com uma intervenção de educação em saúde.

Na análise geral, não houve diferença estatisticamente significativa no declínio cognitivo entre todos os participantes. Porém, entre aqueles que apresentavam maior risco de declínio cognitivo, a intervenção auditiva esteve associada a uma redução importante na velocidade do declínio.

Isso é promissor, mas não significa que aparelhos auditivos sejam um tratamento para Alzheimer ou que eliminem o risco de demência.

A própria Organização Mundial da Saúde mantém uma posição cautelosa: atualmente, considera insuficiente a evidência para recomendar aparelhos auditivos especificamente como estratégia para reduzir o risco de declínio cognitivo ou demência. Ao mesmo tempo, recomenda a identificação e o manejo oportunos da perda auditiva em pessoas idosas.

Portanto, o que podemos afirmar?

Podemos afirmar que:

A perda auditiva não tratada está associada a maior risco de declínio cognitivo e demência.

Também podemos afirmar que:

O tratamento da perda auditiva traz benefícios comprovados para comunicação, participação social e qualidade de vida.

E podemos dizer que:

Pesquisas sugerem que o tratamento auditivo pode ajudar a reduzir o ritmo do declínio cognitivo em determinados grupos, mas ainda não é possível afirmar que aparelhos auditivos previnam demência.

Essa é a forma mais responsável de interpretar as evidências atuais.

Quais são os sinais de perda auditiva?

Um dos problemas da perda auditiva é que ela pode surgir gradualmente.

Muitas pessoas não percebem imediatamente que estão ouvindo pior.

Alguns sinais de alerta são:

  • pedir para as pessoas repetirem frases;
  • aumentar frequentemente o volume da televisão;
  • ter dificuldade para entender conversas em restaurantes;
  • não conseguir acompanhar conversas em grupo;
  • achar que as pessoas estão falando baixo;
  • perceber que as pessoas “falam para dentro”;
  • ter dificuldade para compreender pelo telefone;
  • depender da leitura labial;
  • sentir dificuldade para acompanhar filmes ou programas;
  • evitar encontros sociais por não conseguir acompanhar as conversas.

Uma frase merece atenção especial:

“Eu escuto, mas não entendo.”

Essa diferença entre perceber o som e compreender a fala pode ser um importante sinal de que uma avaliação auditiva é necessária.

Fones de ouvido podem causar perda auditiva?

Sim.

O problema não é simplesmente usar fones de ouvido. O risco está principalmente relacionado à intensidade do som, duração da exposição e frequência com que a pessoa se expõe ao ruído.

O Globo Repórter também chamou atenção para esse tema, especialmente entre os jovens. Segundo a reportagem, a Organização Mundial da Saúde estima que aproximadamente 1 bilhão de pessoas entre 12 e 35 anos estejam em risco de desenvolver problemas auditivos devido à exposição frequente a sons em volumes elevados.

A prevenção é especialmente importante porque alguns danos auditivos relacionados à exposição sonora podem ser permanentes.

Como proteger a audição no dia a dia?

Alguns cuidados podem reduzir a exposição a níveis sonoros prejudiciais:

Reduza o volume

Evite ouvir música em volume excessivamente alto.

Faça pausas

Se estiver utilizando fones por períodos prolongados, faça intervalos para reduzir o tempo contínuo de exposição.

Afaste-se de fontes sonoras muito intensas

Shows, eventos, máquinas e ambientes extremamente barulhentos podem exigir proteção auditiva adequada.

Use proteção em ambientes ocupacionais

Quem trabalha exposto a ruído deve seguir as orientações de segurança ocupacional e utilizar os equipamentos de proteção indicados.

Faça avaliações auditivas

Mesmo sem uma queixa importante, o acompanhamento pode ajudar a identificar alterações precocemente.

Por que fazer uma avaliação auditiva?

A avaliação auditiva permite identificar se existe uma alteração na capacidade de ouvir e compreender sons.

O exame também ajuda o profissional a entender características da perda auditiva e a definir quais estratégias podem ser indicadas.

No caso do estudo brasileiro apresentado pelo Globo Repórter, a utilização de exames auditivos objetivos foi justamente um dos aspectos importantes da pesquisa.

Por isso, não é necessário esperar que a dificuldade auditiva se torne grave.

Quanto antes uma alteração for identificada, mais cedo podem ser discutidas medidas de acompanhamento e tratamento.

O que fazer quando existe perda auditiva?

O tratamento depende da causa, do grau e do tipo de perda auditiva.

Depois da avaliação, o profissional pode indicar diferentes estratégias, que podem incluir acompanhamento, reabilitação auditiva ou aparelhos auditivos quando forem apropriados.

Os aparelhos auditivos atuais também evoluíram muito.

Além da amplificação sonora, modelos modernos podem oferecer recursos como:

  • processamento digital;
  • redução de ruído;
  • adaptação automática a diferentes ambientes;
  • conectividade com smartphones;
  • baterias recarregáveis;
  • aplicativos;
  • recursos de personalização.

Mas tecnologia, sozinha, não substitui uma adaptação individualizada.

O processo deve considerar as necessidades auditivas, rotina, preferências e expectativas de cada pessoa.

A adaptação ao aparelho auditivo termina quando o aparelho é entregue?

Não.

A adaptação é um processo.

É comum que sejam necessários ajustes e acompanhamento para que o usuário se acostume aos sons, compreenda melhor diferentes ambientes e utilize os recursos disponíveis de maneira adequada.

Por isso, o acompanhamento após a aquisição é tão importante quanto a escolha do dispositivo.

Na Inova Audição, esse processo inclui avaliação auditiva, indicação de soluções, adaptação personalizada, acompanhamento, ajustes, orientação e suporte técnico.

Cuidar da audição é cuidar da qualidade de vida

A discussão sobre perda auditiva e demência não deve fazer com que as pessoas enxerguem a audição apenas como uma questão relacionada ao cérebro.

Ouvir bem significa também:

  • conversar com familiares;
  • acompanhar os netos;
  • participar de reuniões;
  • ouvir música;
  • assistir televisão;
  • conversar ao telefone;
  • trabalhar;
  • estudar;
  • manter relações sociais;
  • preservar autonomia.

A perda auditiva pode afetar essas experiências.

Por isso, cuidar da audição é uma forma de cuidar da comunicação, da independência e da qualidade de vida.

Perda auditiva e demência: o que realmente sabemos?

Quem tem perda auditiva vai desenvolver demência?

Não.

A perda auditiva não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá demência.

As pesquisas mostram uma associação entre perda auditiva não tratada e maior risco de declínio cognitivo, mas existem diversos fatores envolvidos.

Perda auditiva causa Alzheimer?

Não podemos afirmar isso.

A relação entre perda auditiva, declínio cognitivo e demência é complexa. Existem hipóteses biológicas e sociais que podem explicar parte da associação, mas não é correto dizer que a perda auditiva seja, isoladamente, a causa da doença de Alzheimer.

Aparelho auditivo previne demência?

Ainda não há evidência suficiente para afirmar que aparelhos auditivos previnam demência em todas as pessoas.

Entretanto, pesquisas indicam possíveis benefícios cognitivos em determinados grupos, além dos benefícios já conhecidos para comunicação e qualidade de vida.

Em que idade devo começar a cuidar da audição?

Em qualquer idade.

A prevenção da exposição excessiva ao ruído deve começar cedo. A avaliação auditiva torna-se especialmente importante quando surgem sinais de dificuldade para ouvir.

Qual exame detecta perda auditiva?

A audiometria é um dos principais exames utilizados para avaliar a capacidade auditiva.

Outros testes podem ser indicados de acordo com a história e as necessidades de cada paciente.

É normal perder a audição com a idade?

Algum grau de mudança auditiva pode ocorrer com o envelhecimento, mas isso não significa que toda dificuldade para ouvir deva ser simplesmente aceita como “normal da idade”.

Perda auditiva deve ser investigada e acompanhada.

Quem usa aparelho auditivo pode ter demência?

Pode. O aparelho auditivo não elimina todos os fatores associados ao declínio cognitivo e não é uma garantia contra demência.

Seu principal objetivo é melhorar a capacidade de ouvir e favorecer a comunicação e a participação social.

A mensagem do Globo Repórter que merece ser levada para casa

A reportagem de Sandra Annenberg ajuda a ampliar uma discussão importante: a audição não deve ser tratada como um sentido isolado.

Ela está relacionada à comunicação, à aprendizagem, à interação social e pode ter conexões importantes com a saúde cerebral.

A pesquisa brasileira apresentada pelo programa acrescenta um dado especialmente relevante: em um grupo de 805 participantes acompanhados ao longo dos anos, a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo mais rápido.

Isso não significa que toda perda auditiva levará à demência.

Significa que ignorar uma dificuldade para ouvir pode não ser a melhor escolha.

A melhor atitude é investigar.

Cuide da sua audição antes que ela limite sua vida

Se você percebe que está aumentando o volume da televisão, pedindo repetidamente para as pessoas repetirem o que disseram ou tendo dificuldade para acompanhar conversas, não espere a situação piorar.

Uma avaliação auditiva pode esclarecer como está sua audição e quais cuidados podem ser necessários.

Na Inova Audição, você encontra avaliação auditiva, aparelhos auditivos, adaptação personalizada, acompanhamento e suporte especializado.

Porque ouvir melhor não significa apenas escutar mais.

Significa continuar participando das conversas, dos momentos em família e da própria vida.


Perguntas frequentes sobre perda auditiva e demência

A perda auditiva aumenta o risco de demência?
Estudos observacionais e longitudinais associam a perda auditiva não tratada a maior risco de declínio cognitivo e demência. Isso não significa que a perda auditiva cause demência em todas as pessoas.

Qual estudo brasileiro relacionou perda auditiva e declínio cognitivo?
Um estudo do ELSA-Brasil acompanhou 805 participantes durante aproximadamente oito anos e encontrou associação entre perda auditiva e declínio cognitivo global mais rápido.

O que o Globo Repórter de 14 de agosto de 2026 falou sobre perda auditiva?
O programa abordou os impactos da perda auditiva, sua possível relação com declínio cognitivo, exposição excessiva a ruídos, uso de fones, pesquisas da USP, equilíbrio, avaliação auditiva e inclusão de pessoas surdas.

Aparelho auditivo pode prevenir Alzheimer?
Ainda não existe evidência suficiente para afirmar que aparelhos auditivos previnam Alzheimer ou demência. Alguns estudos sugerem benefício sobre o ritmo do declínio cognitivo em determinados grupos de maior risco.

Quando procurar um fonoaudiólogo?
Quando houver dificuldade para compreender conversas, necessidade frequente de repetição, aumento do volume da televisão, dificuldade em ambientes ruidosos ou qualquer outra mudança na audição.

Perda auditiva pode acontecer antes dos 60 anos?
Sim. A perda auditiva pode ocorrer na meia-idade e também em adultos mais jovens, especialmente em razão de exposição ao ruído, fatores genéticos, determinadas condições de saúde e outros fatores.


Fontes consultadas

  • Rede Globo — reportagem sobre o Globo Repórter de 14/08/2026.
  • Samelli AG et al. — Hearing loss and cognitive decline in the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil) during eight years of follow-up.
  • Jornal da USP — análise do estudo brasileiro sobre perda auditiva e declínio cognitivo.
  • Organização Mundial da Saúde — Deafness and hearing loss.
  • Organização Mundial da Saúde — recomendações sobre fatores de risco e demência.

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