Os aparelhos auditivos são produzidos por grandes grupos de fabricantes internacionais, sem similar no Brasil, infelizmente.

Além do fato de serem importados, requerem registro junto ao Ministério da Saúde (Anvisa), Anatel – por trabalharem com frequência -, e INMETRO, e esses processos são burocráticos e caros, cujos custos são repassados em parte ao consumidor.

Um fator encarecedor do produto refere-se aos custos de pesquisas realizadas para a evolução tecnológica dos aparelho auditivos. As grandes indústrias do setor investem muito para aprimorar a estética e a tecnologia dos aparelhos auditivos visando atender as necessidades do usuário com relação as consequências da perda auditiva e ao estilo de vida

Não obstante, os serviços prestados pela clínica envolve uma série de profissionais especializados na realização de exames, seleção e adaptação de aparelhos auditivos, bem como dos retornos periódicos no pós venda, muitas vezes gratuitos durante o período de garantia, sem contar a alta carga tributária à qual somos submetidos.

No entanto, se dividirmos o custo dos aparelhos auditivos pelas horas de uso – geralmente retirados do ouvido apenas para dormir e tomar banho – e também pelo tempo de vida útil dos aparelhos, em torno de 5 anos, veremos que o custo não é tão alto, comparado, por exemplo, a um plano de saúde, que geralmente pagamos o ano todo e usufruímos poucas vezes.

Assim, é importante levar em consideração que a aquisição dos aparelhos auditivos são um investimento a sua saúde auditiva e qualidade de vida.

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